Silêncio é quando eu começo a sentir o mundo, a mim e o medo. As pessoas
que amo existem em silêncio. A palavra acaba e começa a ação. Dentro e
fora. A Paula cria espaços na alma, como hoje quando vi como fazia dentro de
si com minha camisa nova. E como espera meus movimentos, e como fica
alerta, e como espera quem eu sou. Ou quando as pessoas más aparecem. E
como falam do que não sabem. Porque têm medo principalmente de mim.
Silêncio é quando deixo os outros entrarem, e quando me desespero,
porque sei que então só haverá a verdade, e a verdade é que amo mas
tenho medo. Silêncio acontece quando elas me enxergam, e eles também. E
quando eu me mostro a mim - mas tenho medo. Silêncio é a origem do medo,
do amor e do ódio. Quando tudo aparece, quando sou eu mesmo. Quando
sou, e faço, e amo, e transo.
Silêncio é quando o amor pelo mundo surge, e eu morro, e renasço.
Silêncio é quando ela me quer. E quer vivo. Para mim. Para ela. Quando ela quer-me dentro.
Silêncio é ver o Thiago em mim. E abordar e aceitar seu amor. E o amor deles.
Silêncio é amor.
domingo, 23 de agosto de 2015
sexta-feira, 21 de agosto de 2015
Proposta Grupo - Condomínio Brisas
Bom dia
Estou montando um grupo de teatro em Taboão da Serra. Trabalho na área há 8 anos, não tenho ainda DRT, mas com 6 peças de temporada no currículo, mais 7 próprias encenadas, além de dramaturgo (20 peças, entre curtas e longas, uma encenada numa escola) e diretor (1,5 ano de experiência), com 36 pessoas no grupo (28 atrizes e 8 atores), creio ter experiência suficiente ao menos para começar e passar o conhecimento adquirido pela equipe. Meu currículo está em http://contreraautor.rcontrera.com.br/2015/04/curriculo.html. Uma proposta para o grupo está em http://contreraautor.rcontrera.com.br/…/grupo-it-ou-garotas… (o grupo foi batizado pelo Mário Bortolotto, tentei mudar o nome mas minhas atrizes não consentiram). Um texto esclarecedor está em
https://hojeemnoticias.wordpress.com/…/o-teatro-como-ferra…/. Como agora a intenção é montar um grupo e não aproveitar atrizes e atores que conheço para montar espetáculos ou cenas avulsas, o grupo terá oficinas cobradas. Não tenho ainda referência de preços. A intenção, por enquanto, é montar grupos pequenos no condomínio, com ajuda de assistente. Um lugar onde publico textos (além de no jornal Hoje em Notícias) é:
Obvious (cultura, sociedade, tecnologia, política):
http://lounge.obviousmag.org/o_olhar_amor_na_arte_apos_o_f…/
Estou montando um grupo de teatro em Taboão da Serra. Trabalho na área há 8 anos, não tenho ainda DRT, mas com 6 peças de temporada no currículo, mais 7 próprias encenadas, além de dramaturgo (20 peças, entre curtas e longas, uma encenada numa escola) e diretor (1,5 ano de experiência), com 36 pessoas no grupo (28 atrizes e 8 atores), creio ter experiência suficiente ao menos para começar e passar o conhecimento adquirido pela equipe. Meu currículo está em http://contreraautor.rcontrera.com.br/2015/04/curriculo.html. Uma proposta para o grupo está em http://contreraautor.rcontrera.com.br/…/grupo-it-ou-garotas… (o grupo foi batizado pelo Mário Bortolotto, tentei mudar o nome mas minhas atrizes não consentiram). Um texto esclarecedor está em
https://hojeemnoticias.wordpress.com/…/o-teatro-como-ferra…/. Como agora a intenção é montar um grupo e não aproveitar atrizes e atores que conheço para montar espetáculos ou cenas avulsas, o grupo terá oficinas cobradas. Não tenho ainda referência de preços. A intenção, por enquanto, é montar grupos pequenos no condomínio, com ajuda de assistente. Um lugar onde publico textos (além de no jornal Hoje em Notícias) é:
Obvious (cultura, sociedade, tecnologia, política):
http://lounge.obviousmag.org/o_olhar_amor_na_arte_apos_o_f…/
Uma ideia de energia com que pretendo trabalhas está neste cd do Nick Cave: https://www.youtube.com/watch?v=wcKYaf0LW2g
Grupo It ou Garotas do Contrera & Cia. – Objetivos e procedimentos
Grupo It ou Garotas do Contrera & Cia. – Objetivos e procedimentos
Como funciona:
Linhas gerais (tirando as exceções, geralmente monólogos): Os textos de Rodrigo Contrera podem ser encenados sob autorização. Direção combinada entre as partes, tudo o mais também. Rodrigo não faz questão de aprovar.
Monólogos
Os monólogos são, até este momento (17/08/2015), combinados entre Rodrigo e o ator/a atriz. Eles podem ser encenados por eles/as sem autorização na ocasião que aprouver: saraus, rua, festivais, etc. As remunerações, nesses casos, são divididas entre o ator/a atriz e o autor. A direção pode ou não ficar a cargo de Rodrigo, que não ganhará mais, proporcionalmente falando, com isso. As apresentações de monólogos devem ser gravadas em áudio ou em vídeo para envio a Rodrigo.
Cenas
As cenas são dirigidas, até este momento (17/08/2015), por Rodrigo. Elas podem ser apresentadas em qualquer ocasião pelas atrizes/atores que já as ensaiaram. O mesmo para as remunerações (que pode incluir quem as filmar). A direção, por enquanto, é de Rodrigo, mas pode haver direção, sem autorização, de Priscila Vidal. Cenas combinadas somente entre as atrizes/atores são dirigidas por elas/es. As cenas, quando apresentadas, devem, de preferência, ser gravadas em vídeo pelos videomakers da equipe.
Peças
As peças são ensaiadas, encenadas e dirigidas apenas por Rodrigo Contrera e Priscila Vidal, por enquanto (17/08/2015).
Monólogos novos/ cenas novas
Os monólogos e cenas novas são dedicadas por Rodrigo a atores/atrizes específicos/as. Devem ser apresentados/as em um mês, desde que o ator/atriz topou encená-los/as. Tão logo isso é feito, o monólogo/a cena volta para o corpus do material para a equipe.
Monólogos novos:
Pai: http://contreraautor.rcontrera.com.br/2015/08/pai-e-incomodo-sem-indicacoes-cenicas.html
Incômodo: http://contreraautor.rcontrera.com.br/2015/08/pai-e-incomodo-sem-indicacoes-cenicas.html
Cenas novas:
Quem já morreu: http://contreraautor.rcontrera.com.br/2015/04/quem-ja-morreu.html
Peça nova:
Cenas mudas (Um interlúdio e diversos intercursos) – Ato único: http://contreraautor.rcontrera.com.br/2015/07/cenas-mudas-um-interludio-e-diversos.html
Cenas já feitas
Já foram encenadas as seguintes cenas:
Portas: texto Rodrigo Contrera, em http://contreraautor.rcontrera.com.br/2015/04/portas.html, com Gabi Spaciari
Sonhos: texto Rodrigo Contrera, em http://contreraautor.rcontrera.com.br/2015/04/sonhos.html, com Claire Feliz Regina, Naomi Takahashi, Valentine Durant
O espelho: texto Rodrigo Contrera, em http://contreraautor.rcontrera.com.br/2015/04/o-espelho.html, com Cristina Freitas e Paola Barbosa
A tia: texto Rodrigo Contrera, em http://contreraautor.rcontrera.com.br/2015/04/a-tia.html, com Valentine Durant e Paola Barbosa
A Enfermeira: texto Rodrigo Contrera, com Carola Aeissami e Paola Barbosa
No banco: texto Rodrigo Contrera, em http://contreraautor.rcontrera.com.br/2015/04/no-banco.html, com Jezz Pacheco e Gabi Spaciari
Há ainda as próximas cenas para encenar:
O tempo: texto Rodrigo Contrera, em http://contreraautor.rcontrera.com.br/2015/04/sonhos.html, com Renata Sayuri e Naomi Takahashi
Puteiro: texto Rodrigo Contrera, em http://contreraautor.rcontrera.com.br/2015/04/puteiro.html, com Cézar Hiraki Velázquez, Priscila Vidal, Emanuela Tosta, Magali Moreira, Debora Aoni, Silvia Jatobá, Raquel Cantanho e Samara Alexandre
Peça e cena já gravadas
Somente uma pequena prova de amor (peça): https://www.youtube.com/watch?v=PisFnQqu2mk
Boquete (cena) (filmada por João Baptista Lago): https://www.youtube.com/watch?v=gWbLQ7B4voA e https://vimeo.com/112908078
Quem faz ou pode fazer o quê
Argumentos: todos
Dramaturgos: Rodrigo Contrera (e) (fixo), Cássia Antunes (e), Priscila Vidal (e), Renata Sayuri (e), (efetivos), Régis Trovão Rodrigues (e), Vanessa Deborah (possíveis), Luís Capucho (argumento e romances, adaptados pela equipe), Euler Santi (a depender), Cíntia Wartusch (a depender), Ella Martines (a depender), Sandra Frietha (a depender), Mariana Pedroso de Moraes (a depender), Ayron Barsan (a depender)
Diretor (até prova em contrário): Rodrigo Contrera; diretores escolhidos por Rodrigo Contrera, para equipes específicas (pode ser qualquer membro do grupo informal do facebook)
Assistente de direção: Priscila Vidal
Batedor de texto e contrarregra oficial: Ayron Barsan e todos, após breve orientação
Atrizes (em ordem alfabética): Alexandra Beatriz R. Bononi, Anamar Souza, Carola Aeissami, Claire Feliz Regina, Cristina Freitas, Débora Aoni, Emanuela Tosta, Fernanda Valencio, Júlia Rodrigues, Juliana Pithon, Mariana Pedroso de Moraes, Michelly Alvvees, Paola Barbosa, Raquel Cantanho, Renata Gouveia, Renata Sayuri, Samara Alexandre, Silvia Jatobá, Valentine Durant
Atrizes convidadas (em ordem alfabética): Aline Delouya, Adriane Gømes, Bianca Maia, Luciana Tomie, Raisa Rocha, Silvia Lourenço, Liz Reis, Thiara De Souza Borborema, Jota Del Rosso, Natália Foschini, Helô Vieira Santos, Silvia Lourenço, Ella Martines, Liz Reis, Jeyne Stakflett, Gabi Spaciari,
Atores (em ordem alfabética): Ayron Barsan, Bruno Ventura de Oliveira, Cézar Hiraki Velázquez, Lucas Stevanato, Pedro Guillaumon, Wladimir Trevizzano,
Atores convidados (em ordem alfabética): Alessandro Canton, Andrew T. Silva, Arthur MalasPina, Gustavo Guimarães Gonçalves, Laerte Késsimos, Leonardo Dalla Vale, Marcelo Selingardi, Mauricio Collis,
Fotógrafos, videomakers e cinegrafistas oficiais (em ordem alfabética): Allan Herison Ferreira, João Baptista Lago, Vítor Miranda
Convidados (em ordem alfabética): Alberto Magno, Alessandro Canton, Ana Peluso, Andressa Conceicao, Adriana Gianvecchio, Armando Antenore, Bruno Ventura de Oliveira, Caio Jade Puosso, Carol Marinho Martin, Cintia Wartusch, Cesar Goulart, Cesar Ribeiro, Claudete Castro, Dan Ricca, Diogo Granato, Ella Martines, Eliane Ramos de Oliveira, Fepa Teixeira Pinto, Filipe P. Santos, Gabriel Bistafa, Gisela Lourenção, João Brito, João Roc, Koldo Salazar López, Lara B. Moler, Leandro Rosario, Michelly Mitchell, Max Alberto Gonzales, Lucas Oliveira, José Dos Santos Filho, Nélio Abbade, Mário Sérgio Avezú, Marina Franco, Nilton Claudino, Helder Parra, Paula Spsfantin, Paulo J C Pires, Renato Mendes De Azevedo Silva, Solange Borelli, Suzanete Prestes, Sandra Frietha, William Erick,
Convidados centrados em leituras críticas: Adriana Gianvecchio, Carol Marinho Martin, Lara B. Moler, Helder Parra, Solange Borelli
Peças com direitos autorizados (em ordem de acordos):
1) “Diálogo dos Mortos”, de Luciano de Samósata, autorização por Maria Celeste Consolin Dezotti e Henrique G. Murachco/ com versão inglês (ainda não autorizada) por Baudelaire Jones// encenação a depender das partes interessadas
2) Peças curtas, traduzidas em “O que você está olhando (Teatro 1913-1920)”, de Gertrude Stein// encenações em monólogos, diálogos ou trabalhos em grupo, a partir das traduções (autorizadas)// não dependem de autorização, para encenação
3) Cenas “Extração” e “Duas irmãs”, de Renata Sayuri// encenações a depender de autorização da autora
4) “Cinema Orly”, de Luís Capucho// encenações a depender da aprovação da adaptação (adaptação sendo feita, final de agosto de 2015)
Projetos que independem de cessão de direitos:
1) “Amigos mafiosos”, cenas curtas sobre a máfia norte-americana, com Régis Trovão Rodrigues// encenações a depender de encontrar local para elas// elenco sendo formado
2) “Lemmy, trechos de uma vida”, livremente inspirada na biografia de Lemmy Kilmister, “White Line Fever”. Paul Inder, filho de Lemmy, foi informado da peça, originalmente adaptada em inglês (adaptação sendo feita, enviada para aprovação).
Detalhamento dos projetos:
1) Diálogo dos Mortos, de Luciano de Samósata, autorização por Maria Celeste Consolin Dezotti e Henrique G. Murachco/ com versão inglês (ainda não autorizada) por Baudelaire Jones// encenação a depender das partes interessadas
Bibliografia para quem quiser avançar nesta peça:
Traduções de Maria Celeste, Murachco e Américo da Costa Ramalho (procurem)
Diógenes, o Cínico, de Luis E. Navia
Os Cínicos/ O movimento cínico na Antiguidade e o seu legado, organizado por Marie-Odile Goulet-Cazé e R. Bracht Branham
Os Estóicos, organizado por Brad Inwood
Os Céticos Gregos, de Victor Brochard, tradução de Jaimir Conte
2) Peças curtas, traduzidas em “O que você está olhando (Teatro 1913-1920)”, de Gertrude Stein// encenações em monólogos, diálogos ou trabalhos em grupo, a partir das traduções (autorizadas)// não dependem de autorização, para encenação
Bibliografia para quem quiser avançar nesta peça:
Geography and Plays, de Gertrude Stein
3) Cenas “Extração” e “Duas irmãs”, de Renata Sayuri// encenações a depender de autorização da autora
4) “Cinema Orly”, de Luís Capucho// encenações a depender da aprovação da adaptação (adaptação sendo feita, final de agosto de 2015)
Projetos que independem de cessão de direitos:
1) “Amigos mafiosos”, cenas curtas sobre a máfia norte-americana, com Régis Trovão Rodrigues// encenações a depender de encontrar local para elas// elenco sendo formado
Bibliografia para quem quiser avançar nesta peça:
Joe D. Pistone, Donnie Brasco, Minha Vida Secreta na Máfia// filme: Donnie Brasco, de Mike Newell// personagens: Sonny Black e Lefty Ruggiero
John Gotti, O Último Mafioso, de Howard Blum// personagens: Sammy Bull Gravano (por enquanto, Tiago Motizuki) e John Gotti
O Último Chefão, de Salvatore Lucanía (Lucky Luciano)// personagem: Lucky Luciano
Outros personagens: Meyer Lansky, Bugsy Siegel, Al Capone, Johnny Fratiano, Edward Bunker
Imagens (para cenografia e figurino)
https://www.google.com.br/search?q=ravenite+social+club+photos&biw=1024&bih=601&source=lnms&tbm=isch&sa=X&ved=0CAYQ_AUoAWoVChMI3Jrz_v-0xwIVR0KQCh3LXAkd
2) “Lemmy, trechos de uma vida”, livremente inspirada na biografia de Lemmy Kilmister, “White Line Fever”. Paul Inder, filho de Lemmy, foi informado da peça, originalmente adaptada em inglês (adaptação sendo feita, enviada para aprovação).
Como funciona:
Linhas gerais (tirando as exceções, geralmente monólogos): Os textos de Rodrigo Contrera podem ser encenados sob autorização. Direção combinada entre as partes, tudo o mais também. Rodrigo não faz questão de aprovar.
Monólogos
Os monólogos são, até este momento (17/08/2015), combinados entre Rodrigo e o ator/a atriz. Eles podem ser encenados por eles/as sem autorização na ocasião que aprouver: saraus, rua, festivais, etc. As remunerações, nesses casos, são divididas entre o ator/a atriz e o autor. A direção pode ou não ficar a cargo de Rodrigo, que não ganhará mais, proporcionalmente falando, com isso. As apresentações de monólogos devem ser gravadas em áudio ou em vídeo para envio a Rodrigo.
Cenas
As cenas são dirigidas, até este momento (17/08/2015), por Rodrigo. Elas podem ser apresentadas em qualquer ocasião pelas atrizes/atores que já as ensaiaram. O mesmo para as remunerações (que pode incluir quem as filmar). A direção, por enquanto, é de Rodrigo, mas pode haver direção, sem autorização, de Priscila Vidal. Cenas combinadas somente entre as atrizes/atores são dirigidas por elas/es. As cenas, quando apresentadas, devem, de preferência, ser gravadas em vídeo pelos videomakers da equipe.
Peças
As peças são ensaiadas, encenadas e dirigidas apenas por Rodrigo Contrera e Priscila Vidal, por enquanto (17/08/2015).
Monólogos novos/ cenas novas
Os monólogos e cenas novas são dedicadas por Rodrigo a atores/atrizes específicos/as. Devem ser apresentados/as em um mês, desde que o ator/atriz topou encená-los/as. Tão logo isso é feito, o monólogo/a cena volta para o corpus do material para a equipe.
Monólogos novos:
Pai: http://contreraautor.rcontrera.com.br/2015/08/pai-e-incomodo-sem-indicacoes-cenicas.html
Incômodo: http://contreraautor.rcontrera.com.br/2015/08/pai-e-incomodo-sem-indicacoes-cenicas.html
Cenas novas:
Quem já morreu: http://contreraautor.rcontrera.com.br/2015/04/quem-ja-morreu.html
Peça nova:
Cenas mudas (Um interlúdio e diversos intercursos) – Ato único: http://contreraautor.rcontrera.com.br/2015/07/cenas-mudas-um-interludio-e-diversos.html
Cenas já feitas
Já foram encenadas as seguintes cenas:
Portas: texto Rodrigo Contrera, em http://contreraautor.rcontrera.com.br/2015/04/portas.html, com Gabi Spaciari
Sonhos: texto Rodrigo Contrera, em http://contreraautor.rcontrera.com.br/2015/04/sonhos.html, com Claire Feliz Regina, Naomi Takahashi, Valentine Durant
O espelho: texto Rodrigo Contrera, em http://contreraautor.rcontrera.com.br/2015/04/o-espelho.html, com Cristina Freitas e Paola Barbosa
A tia: texto Rodrigo Contrera, em http://contreraautor.rcontrera.com.br/2015/04/a-tia.html, com Valentine Durant e Paola Barbosa
A Enfermeira: texto Rodrigo Contrera, com Carola Aeissami e Paola Barbosa
No banco: texto Rodrigo Contrera, em http://contreraautor.rcontrera.com.br/2015/04/no-banco.html, com Jezz Pacheco e Gabi Spaciari
Há ainda as próximas cenas para encenar:
O tempo: texto Rodrigo Contrera, em http://contreraautor.rcontrera.com.br/2015/04/sonhos.html, com Renata Sayuri e Naomi Takahashi
Puteiro: texto Rodrigo Contrera, em http://contreraautor.rcontrera.com.br/2015/04/puteiro.html, com Cézar Hiraki Velázquez, Priscila Vidal, Emanuela Tosta, Magali Moreira, Debora Aoni, Silvia Jatobá, Raquel Cantanho e Samara Alexandre
Peça e cena já gravadas
Somente uma pequena prova de amor (peça): https://www.youtube.com/watch?v=PisFnQqu2mk
Boquete (cena) (filmada por João Baptista Lago): https://www.youtube.com/watch?v=gWbLQ7B4voA e https://vimeo.com/112908078
Quem faz ou pode fazer o quê
Argumentos: todos
Dramaturgos: Rodrigo Contrera (e) (fixo), Cássia Antunes (e), Priscila Vidal (e), Renata Sayuri (e), (efetivos), Régis Trovão Rodrigues (e), Vanessa Deborah (possíveis), Luís Capucho (argumento e romances, adaptados pela equipe), Euler Santi (a depender), Cíntia Wartusch (a depender), Ella Martines (a depender), Sandra Frietha (a depender), Mariana Pedroso de Moraes (a depender), Ayron Barsan (a depender)
Diretor (até prova em contrário): Rodrigo Contrera; diretores escolhidos por Rodrigo Contrera, para equipes específicas (pode ser qualquer membro do grupo informal do facebook)
Assistente de direção: Priscila Vidal
Batedor de texto e contrarregra oficial: Ayron Barsan e todos, após breve orientação
Atrizes (em ordem alfabética): Alexandra Beatriz R. Bononi, Anamar Souza, Carola Aeissami, Claire Feliz Regina, Cristina Freitas, Débora Aoni, Emanuela Tosta, Fernanda Valencio, Júlia Rodrigues, Juliana Pithon, Mariana Pedroso de Moraes, Michelly Alvvees, Paola Barbosa, Raquel Cantanho, Renata Gouveia, Renata Sayuri, Samara Alexandre, Silvia Jatobá, Valentine Durant
Atrizes convidadas (em ordem alfabética): Aline Delouya, Adriane Gømes, Bianca Maia, Luciana Tomie, Raisa Rocha, Silvia Lourenço, Liz Reis, Thiara De Souza Borborema, Jota Del Rosso, Natália Foschini, Helô Vieira Santos, Silvia Lourenço, Ella Martines, Liz Reis, Jeyne Stakflett, Gabi Spaciari,
Atores (em ordem alfabética): Ayron Barsan, Bruno Ventura de Oliveira, Cézar Hiraki Velázquez, Lucas Stevanato, Pedro Guillaumon, Wladimir Trevizzano,
Atores convidados (em ordem alfabética): Alessandro Canton, Andrew T. Silva, Arthur MalasPina, Gustavo Guimarães Gonçalves, Laerte Késsimos, Leonardo Dalla Vale, Marcelo Selingardi, Mauricio Collis,
Fotógrafos, videomakers e cinegrafistas oficiais (em ordem alfabética): Allan Herison Ferreira, João Baptista Lago, Vítor Miranda
Convidados (em ordem alfabética): Alberto Magno, Alessandro Canton, Ana Peluso, Andressa Conceicao, Adriana Gianvecchio, Armando Antenore, Bruno Ventura de Oliveira, Caio Jade Puosso, Carol Marinho Martin, Cintia Wartusch, Cesar Goulart, Cesar Ribeiro, Claudete Castro, Dan Ricca, Diogo Granato, Ella Martines, Eliane Ramos de Oliveira, Fepa Teixeira Pinto, Filipe P. Santos, Gabriel Bistafa, Gisela Lourenção, João Brito, João Roc, Koldo Salazar López, Lara B. Moler, Leandro Rosario, Michelly Mitchell, Max Alberto Gonzales, Lucas Oliveira, José Dos Santos Filho, Nélio Abbade, Mário Sérgio Avezú, Marina Franco, Nilton Claudino, Helder Parra, Paula Spsfantin, Paulo J C Pires, Renato Mendes De Azevedo Silva, Solange Borelli, Suzanete Prestes, Sandra Frietha, William Erick,
Convidados centrados em leituras críticas: Adriana Gianvecchio, Carol Marinho Martin, Lara B. Moler, Helder Parra, Solange Borelli
Peças com direitos autorizados (em ordem de acordos):
1) “Diálogo dos Mortos”, de Luciano de Samósata, autorização por Maria Celeste Consolin Dezotti e Henrique G. Murachco/ com versão inglês (ainda não autorizada) por Baudelaire Jones// encenação a depender das partes interessadas
2) Peças curtas, traduzidas em “O que você está olhando (Teatro 1913-1920)”, de Gertrude Stein// encenações em monólogos, diálogos ou trabalhos em grupo, a partir das traduções (autorizadas)// não dependem de autorização, para encenação
3) Cenas “Extração” e “Duas irmãs”, de Renata Sayuri// encenações a depender de autorização da autora
4) “Cinema Orly”, de Luís Capucho// encenações a depender da aprovação da adaptação (adaptação sendo feita, final de agosto de 2015)
Projetos que independem de cessão de direitos:
1) “Amigos mafiosos”, cenas curtas sobre a máfia norte-americana, com Régis Trovão Rodrigues// encenações a depender de encontrar local para elas// elenco sendo formado
2) “Lemmy, trechos de uma vida”, livremente inspirada na biografia de Lemmy Kilmister, “White Line Fever”. Paul Inder, filho de Lemmy, foi informado da peça, originalmente adaptada em inglês (adaptação sendo feita, enviada para aprovação).
Detalhamento dos projetos:
1) Diálogo dos Mortos, de Luciano de Samósata, autorização por Maria Celeste Consolin Dezotti e Henrique G. Murachco/ com versão inglês (ainda não autorizada) por Baudelaire Jones// encenação a depender das partes interessadas
Bibliografia para quem quiser avançar nesta peça:
Traduções de Maria Celeste, Murachco e Américo da Costa Ramalho (procurem)
Diógenes, o Cínico, de Luis E. Navia
Os Cínicos/ O movimento cínico na Antiguidade e o seu legado, organizado por Marie-Odile Goulet-Cazé e R. Bracht Branham
Os Estóicos, organizado por Brad Inwood
Os Céticos Gregos, de Victor Brochard, tradução de Jaimir Conte
2) Peças curtas, traduzidas em “O que você está olhando (Teatro 1913-1920)”, de Gertrude Stein// encenações em monólogos, diálogos ou trabalhos em grupo, a partir das traduções (autorizadas)// não dependem de autorização, para encenação
Bibliografia para quem quiser avançar nesta peça:
Geography and Plays, de Gertrude Stein
3) Cenas “Extração” e “Duas irmãs”, de Renata Sayuri// encenações a depender de autorização da autora
4) “Cinema Orly”, de Luís Capucho// encenações a depender da aprovação da adaptação (adaptação sendo feita, final de agosto de 2015)
Projetos que independem de cessão de direitos:
1) “Amigos mafiosos”, cenas curtas sobre a máfia norte-americana, com Régis Trovão Rodrigues// encenações a depender de encontrar local para elas// elenco sendo formado
Bibliografia para quem quiser avançar nesta peça:
Joe D. Pistone, Donnie Brasco, Minha Vida Secreta na Máfia// filme: Donnie Brasco, de Mike Newell// personagens: Sonny Black e Lefty Ruggiero
John Gotti, O Último Mafioso, de Howard Blum// personagens: Sammy Bull Gravano (por enquanto, Tiago Motizuki) e John Gotti
O Último Chefão, de Salvatore Lucanía (Lucky Luciano)// personagem: Lucky Luciano
Outros personagens: Meyer Lansky, Bugsy Siegel, Al Capone, Johnny Fratiano, Edward Bunker
Imagens (para cenografia e figurino)
https://www.google.com.br/search?q=ravenite+social+club+photos&biw=1024&bih=601&source=lnms&tbm=isch&sa=X&ved=0CAYQ_AUoAWoVChMI3Jrz_v-0xwIVR0KQCh3LXAkd
2) “Lemmy, trechos de uma vida”, livremente inspirada na biografia de Lemmy Kilmister, “White Line Fever”. Paul Inder, filho de Lemmy, foi informado da peça, originalmente adaptada em inglês (adaptação sendo feita, enviada para aprovação).
quarta-feira, 5 de agosto de 2015
Pai e Incômodo (sem indicações cênicas)
Pai
Meu pai nunca falou conosco em inglês. Ele se achava escocês pelo sobrenome Campbell. Ele aprendera inglês sozinho. Eu sempre tive dificuldade com o inglês. Daí os EUA ajudaram a derrubar o Allende. Precisamos ir embora. Comecei a antipatizar com a língua. Fiz vários cursos e nunca aprendi direito. Hoje não tenho mais paciência com ela. Gosto do inglês da Inglaterra. E do inglês dos criminosos. Canto músicas em inglês quando sei a letra. E invento letras quando não sei. Confundo as palavras. Gosto das palavras feias. Gosto mais do alemão. Não entendo alemão. Elas têm tudo a ver. Começo a relembrar do meu pai. Ele morreu bêbado.
Father
My father never talked to us in English. He thought himself scottish because his surname Campbell. He learned English alone. I remember that English always was difficult to me. Then, USA helped to beat Allende. We needed to go away. I started to antipathize with the language. I made some courses, but never learned it correctly. Today I have more paticence with it. I like the England' English. I like the criminals' English. I like to sing in English when I know the lyrics. And I create lyrics when I don't know it. The words confuse me. I like ugly words. I'd rather German. I don't understand German. The languages are similar. I start to remember my father. He died drunk.
Incômodo
Incomodou que nada tenha incomodado. Pois vi isso. Não vi tanto, tão forte, mas senti assim. Incomodou-me de não ter rido mais. Pois tentei rir e quase ri, mas não ri. Incomodou-me a língua, próxima e estranha. Mas não a peça. Incomodou-me que Martin e David fossem eu mesmo. Mas isso no fundo não me incomodou. Há um incômodo estranho em nada realmente me incomodar na peça. Mas incomodou-me que ninguém parecesse se incomodar. Incomodou-me que os incômodos que vi fossem tão leves e profundos. Mas na peça nada me incomodou. Mesmo. O incômodo é mais estranho.
Eu sou o incômodo.
O incômodo é uma coisa e ela sou eu.
Foda-se a peça. Obrigado, peça.
Unconfortable/Trouble
I felt myself unconfortable that nothing made me unconfortable. Because I saw that. I don’t saw that, so strong, but I felt this way. I felt myself unconfortable that I didn’t laugh more. Because I tried to laugh, and almost laugh, but I don’t laugh. I felt myself unconfortable with the language, so near and so distant. But not with the play. I felt myself unconfortable that Martin and David were me. But that, sincerely, don’t made me feel myself unconfortable. There is something strange and unconfortable in nothing really made me feel unconfortable with the play. But I felt myself unconfortable with the fact that nobody expressed itself unconfortable. I felt myself unconfortable with the fact that the things unconfortable were so light and profound. But in the play nothing made me feel unconfortable. Really. The unconfortable/trouble is more strange.I’m the unconfortable/trouble.The unconfortable/trouble is a thing and it is me.Fuck the play. Thanks, play.
Meu pai nunca falou conosco em inglês. Ele se achava escocês pelo sobrenome Campbell. Ele aprendera inglês sozinho. Eu sempre tive dificuldade com o inglês. Daí os EUA ajudaram a derrubar o Allende. Precisamos ir embora. Comecei a antipatizar com a língua. Fiz vários cursos e nunca aprendi direito. Hoje não tenho mais paciência com ela. Gosto do inglês da Inglaterra. E do inglês dos criminosos. Canto músicas em inglês quando sei a letra. E invento letras quando não sei. Confundo as palavras. Gosto das palavras feias. Gosto mais do alemão. Não entendo alemão. Elas têm tudo a ver. Começo a relembrar do meu pai. Ele morreu bêbado.
Father
My father never talked to us in English. He thought himself scottish because his surname Campbell. He learned English alone. I remember that English always was difficult to me. Then, USA helped to beat Allende. We needed to go away. I started to antipathize with the language. I made some courses, but never learned it correctly. Today I have more paticence with it. I like the England' English. I like the criminals' English. I like to sing in English when I know the lyrics. And I create lyrics when I don't know it. The words confuse me. I like ugly words. I'd rather German. I don't understand German. The languages are similar. I start to remember my father. He died drunk.
Incômodo
Incomodou que nada tenha incomodado. Pois vi isso. Não vi tanto, tão forte, mas senti assim. Incomodou-me de não ter rido mais. Pois tentei rir e quase ri, mas não ri. Incomodou-me a língua, próxima e estranha. Mas não a peça. Incomodou-me que Martin e David fossem eu mesmo. Mas isso no fundo não me incomodou. Há um incômodo estranho em nada realmente me incomodar na peça. Mas incomodou-me que ninguém parecesse se incomodar. Incomodou-me que os incômodos que vi fossem tão leves e profundos. Mas na peça nada me incomodou. Mesmo. O incômodo é mais estranho.
Eu sou o incômodo.
O incômodo é uma coisa e ela sou eu.
Foda-se a peça. Obrigado, peça.
Unconfortable/Trouble
I felt myself unconfortable that nothing made me unconfortable. Because I saw that. I don’t saw that, so strong, but I felt this way. I felt myself unconfortable that I didn’t laugh more. Because I tried to laugh, and almost laugh, but I don’t laugh. I felt myself unconfortable with the language, so near and so distant. But not with the play. I felt myself unconfortable that Martin and David were me. But that, sincerely, don’t made me feel myself unconfortable. There is something strange and unconfortable in nothing really made me feel unconfortable with the play. But I felt myself unconfortable with the fact that nobody expressed itself unconfortable. I felt myself unconfortable with the fact that the things unconfortable were so light and profound. But in the play nothing made me feel unconfortable. Really. The unconfortable/trouble is more strange.I’m the unconfortable/trouble.The unconfortable/trouble is a thing and it is me.Fuck the play. Thanks, play.
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